Em um ano marcado pelo coronavírus, muitas vezes deixamos de pensar em outras doenças que podem nos acometer. Por outro lado, muitos de nós passamos a encarar os cuidados da vida de outra forma.
Com pelo menos 66 mil novos casos de câncer de mama previstos até 2022 no Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) e a Sociedade Brasileira de Mastologia continuam, dia após dia, na batalha de conscientização sobre o câncer de mama.
Pensando nisso, neste ano, o Outubro Rosa, campanha criada ainda nos anos 90, transfere o foco de sua campanha para a importância da detecção precoce, uma vez que com diagnóstico precoce a chance de cura se torna ainda maior.
Um dos principais caminhos para isso é realizar mamografias pelo menos uma vez ao ano a partir dos 40 anos, além de sempre adotar práticas de vida saudáveis, afastando males como a obesidade, o estresse, entre outros, fatores que, cientificamente, contribuem diretamente para o desenvolvimento deste tipo de câncer.
O Outubro Rosa nasceu graças à Fundação Susan G. Komen for the Cure e todos os anos surge para lembrar sobre a importância do combate ao câncer de mama, atuando, principalmente, na divulgação de informações e serviços a respeito da doença, sua cura e prevenção.
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